Novidades!

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29 de junho de 2016

Em breve, muitas novidades: novas embalagens, novos rótulos, mas a qualidade e sofisticação de sempre permanecem para Laurentia – Vinhedos do Brasil
Continue acompanhando nossa página!

Laurentia: o cenário perfeito para seu evento!
28 de junho de 2016

Em ocasiões especiais o cenário, a hotelaria, a gastronomia e o clima fazem toda a diferença.

Faça seu evento na Laurentia – Vinhedos do Brasil e viva momentos especiais, com recordações para sempre.
Informações e reservas: (51) 3102.3269
E-mail: reservas@laurentia.com.br | pcaitano@laurentia.com br

 

Benefícios do Vinho
24 de junho de 2016

Uma das bebidas mais antigas do mundo, até hoje o vinho é objeto de estudos, mas a uma conclusão já se chegou: quando ingerido com parcimônia, de fato traz benefícios à saúde.

Entre as propriedades mais estudadas está o fator de prevenção de doenças cardiovasculares, enfermidades que constituem a maior causa de mortes no mundo. A bebida tem ação antiplaquetária, pois contribui para a redução dos níveis de lipídios e colesterol, agentes responsáveis pela formação de placas que podem obstruir as artérias. Além disso, é um vasodilatador, o que favorece a redução da pressão sanguínea. Essas duas características fazem do vinho um importante aliado contra o infarto.

Já os polifenóis, em especial os flavonoides encontrados na uva, contribuem para acelerar o metabolismo, o que ajuda no controle do peso. Os mesmos componentes atuam na prevenção de doenças neurodegenerativas, como a demência. Outras bebidas alcoólicas também possuem essas substâncias, mas o vinho se destaca. Segundo a biomédica, professora e pesquisadora do Centro Universitário Metodista do IPA, Caroline Dani, compostos fenólicos estão presentes também no suco. “Ambos apresentam propriedade antioxidante, que promove melhora cognitiva e da memória. O suco possui menos que o vinho, mas em geral as pessoas consomem mais suco.”

Estudos mais recentes indicam que o vinho pode ter também ação anticancerígena, devido a alguns compostos como o resveratol. Propriedades desse tipo, entretanto, ainda são objetos de pesquisa.

Quanto ingerir?

Para que os benefícios não se transformem em danos, seja comedido. A quantidade recomendada estabeleceu-se da seguinte forma: para suco, aproximadamente 400 ml por dia. Para vinho, atualmente se defende que os benefícios já podem ser garantidos com o consumo de uma taça (aproximadamente 100 ml) , mas são recomendadas duas por dia, sempre junto com as refeições.

Fonte: Drauzio Varella 

Aprenda a falar de Vinhos corretamente
24 de junho de 2016

Para falar de Vinhos corretamente, temos necessariamente que conhecer os significados das palavras usadas.

 Aberto:

Diz-se do vinho com pouca densidade de cor ou que, com os anos, perdeu a intensidade da cor.

Acácia, flor de:

Aroma floral que se encontra em alguns brancos muito delicados (Riesling, Sauternes, Gewürztraminer, etc.)

Açafrão:

Aroma a especiarias, que recorda o açafrão.

Acariciante:

Diz-se de um vinho redondo, fino, aveludado.

Acastanhado:

Termo utilizado para definir a cor de vinhos velhos e oxidados.

Acerbo:

Vinho que contém uma quantidade excessiva de ácido málico e tartárico, procedente de uvas pouco maduras.

Acescência:

Doença provocada por microrganismos que causam o pico do vinho. O excesso de oxidação pode originar este envinagramento ou “pico acético”. Na superfície do vinho afetado aparece uma película cinzenta.

Acetaldeído ou aldeído acético:

Aldeído etílico ou aldeído acético, substância constitutiva essencial do aroma de certos vinhos. Distingue os vinhos generosos que recebem o estágio oxidativo, como os portos tawny e os xerezes, caracterizando-se por um odor que recorda os frutos secos (nozes) ou determinadas frutas (maçã, marmelo).

Acetato de etilo:

Ester obtido mediante a combinação do ácido acético e do etanol, que favorece a firmeza de alguns vinhos tintos, mas cujo excesso produz um odor etéreo desagradável (agente da acescência).

Fonte: WineChef

Venha conhecer a Laurentia Vinhedos do Brasil!
24 de junho de 2016

Gostaríamos de informar nossos contatos para informações e reservas:
Fone: (51) 3102.3269
Horário atendimento:
>> De segunda a sexta, das 7h30min às 17h20min
>> Aos sábados e domingos, das 9h às 17h
E-mail: reservas@laurentia.com.br | pcaitano@laurentia.com br
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Cerimônia do Chá na Laurentia!
22 de junho de 2016

Na Laurentia – Vinhedos do Brasil você pode desfrutar da nossa Cerimônia do Chá, um serviço especializado que inclui:
>> diferentes tipos de pães caseiros
>> sanduíches de pães caseiros com rúcula e presunto espanhol
>> sanduíches de pão caseiros de sementes com salmão defumado e queijo brie
>> sanduíches de pão caseiros recheados de copa e tomate
>> pães de queijo
>> macarrons
>> biscoitos doces
>> panquecas de doce de leite
>> waffles com diferentes molhos e geléias
>> sobremesa do dia. Exemplos: chesse cake, card de limão, tartalete de maçã, lemon pie, gateau de morango, etc.
>> harmonização em cada passo com 4 tipos de chás de diferentes países (China, Japão, Taiwan, África do Sul, Sri Lanka, Índia)
>> Concluímos com um taça de espumante Excellence Laurentia
>> inclui mini palestra com nosso Sommelier de chá e tour pela Vinícola
Conheça a Laurentia – Vinhedos do Brasil!
Informações e reservas:
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E-mail: reservas@laurentia.com.br | pcaitano@laurentia.com br

Frio + Vinho = a combinação perfeita!
21 de junho de 2016

Frio + Vinho = a combinação perfeita!
Conheça todos os nossos vinhos e espumantes da Laurentia – Vinhedos do Brasil e se surpreenda!
Acesse nossa loja virtual:
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Mudança climática modifica períodos de elaboração do vinho
17 de junho de 2016

Vinho: estudo demonstra que o aquecimento global eliminou a fase da seca, o que já provocou mudanças na elaboração do vinho

mudança climática alterou um dos períodos fundamentais na elaboração do vinho em regiões da França e Suíça, o que pode causar uma variação no tempo e nas técnicas de produção, revelou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela revista “Nature”.

A pesquisa, desenvolvida pelo Instituto da Terra da Universidade de Columbia (EUA), apresenta uma prova a mais de que o aumento das temperaturas em nível global está afetando os sistemas biológicos e a agricultura de uma maneira muito local.

Os autores lembram que vários fatores influenciam na elaboração de bons vinhos, como a variedade da uva, as práticas de vindima, a localização do vinhedo e a qualidade da terra e, certamente, o clima, cujas variações a cada ano têm uma grande incidência.

Em algumas regiões francesas e suíças, especialmente aquelas com temperaturas relativamente mais baixas do que outras zonas vinícolas, os melhores anos são os que desfrutam de primaveras de abundantes chuvas, seguidos por verões excepcionalmente calorosos e de uma última etapa de seca.

Quando ocorrem todas estas circunstâncias, a uva amadurece mais rapidamente e os agricultores têm uma colheita antecipada em zonas vinícolas reconhecidas como a Alsácia, Champanhe, Borgonha e Languedoc.

No entanto, este estudo demonstra que o aquecimento global eliminou praticamente da citada equação a fase da seca, o que já provocou mudanças em técnicas centenárias de elaboração do vinho.

Os especialistas explicam que o tempo da vindima é marcado pela temperatura registrada no ano e seu aumento nas últimas três décadas antecipou progressivamente a data das colheitas no mundo todo, desde Austrália e Califórnia até América do Sul e Europa.

Na França, onde são feitos registros há 400 anos, sabe-se que a vindima se antecipou em duas semanas desde a década de 80, aponta a pesquisa, que contou com a colaboração da Universidade de Sonoma (Califórnia) e de Harvard (Massachusetts).

Apesar da mudança climática, estas regiões mais frias seguiram produzindo vinhos de grande qualidade com uvas da variedade “Pinnot Noir” e “Chardonnay”, mas se o termômetro continuar subindo, podeam ser obrigadas a recorrer ao tipo de fruta usado em zonas mais quentes, a modificar suas técnicas tradicionais e, inclusive, a mudar para outros vinhedos.

“Embora haja gente ainda cética com relação à mudança climática, ninguém é na indústria vinícola. Todo o mundo acredita nisso porque vivem a cada ano. Está aqui, é real, não vai desaparecer”, garantiu Liz Thach, da Universidade Estadual de Sonoma.

Para este estudo, os cientistas analisaram dados climatológicos do passado e presente século, assim como registros vinícolas tomados desde 1600, e constataram que nas citadas regiões da França e Suíça as vindimas antecipadas sempre ocorreram após uma temporada de temperaturas mais altas do que a média e de uma última etapa de seca.

Em condições normais, a evaporação da umidade desprendida pela terra contribui para esfriar a superfície do terreno, mas a seca reduz essa condensação e provoca o aquecimento da zona cultivada.

Até há cerca de 30 anos, os vinhedos não alcançavam a temperatura necessária para conseguir uma vindima antecipada sem a “ajuda” da fase de seca.

Desde então, o aquecimento global elevou as temperaturas estivais e já não é necessário esperar até a última etapa de amadurecimento da uva para realizar sua coleta.

Em toda França, por exemplo, a temperatura subiu em torno de 1,5 grau centígrado durante o século XX, uma tendência de alta, advertem, que se mantém no novo milênio.

Por enquanto, as citadas regiões continuaram elaborando grandes vinhos, já que “um bom ano continua sendo um ano caloroso”, destacou Elizabeth Wolkovich (Harvard).

No entanto, a autora lembrou que 2003, o ano da vindima mais antecipada já registrada (um mês antes), não produziu vinhos excepcionais, “o que pode indicar para onde nos dirigimos”.

“Se as temperaturas seguirem subindo -acrescenta- os vinhedos não serão capazes de suportá-la para sempre”.

Fonte: Exame.Abril

Laurentia é presença confirmada na ExpoVinis 2016.
13 de junho de 2016

A partir de amanhã, Laurentia – Vinhedos do Brasil estará participando da ExpoVinis Brasil, evento consolidado como o grande centralizador de negócios do mundo do vinho na América Latina. A expectativa é de que mais de 10.000 pessoas circulem na feira por dia, bem como no estande da Laurentia, planejado para receber com qualidade e sofisticação a todos os convidados.

Vinho reduz risco de doença renal
10 de junho de 2016

Consumo moderado e regular de vinho pode beneficiar os rins, afirmam cientistas

Mais uma ótima notícia para quem gosta de apreciar um bom vinho. Uma pesquisa feita pela Universidade do Colorado avaliou o consumo moderado de vinho e as probabilidades de se desenvolver doença renal crônica (DRC). Os bons resultados deste primeiro estudo incentivam cientistas e estudar mais sobre o assunto.

O autor da pesquisa, Dr. Tapan Mehta, avaliou um grupo de 5.852 participantes durante um mês. Os avaliados foram divididos em dois grupos, o primeiro grupo consumiu menos de uma taça de vinho diariamente e o segundo grupo ficou o mês inteiro sem ingerir qualquer vinho. Como resultado do estudo, o grupo que ingeriu a bebida regularmente apresentou menos risco de manifestar doença renal crônica comparado ao grupo que não consumiu.

O Dr. Mehta afirma que os fatores de risco da doença renal são os mesmos das doenças cardiovasculares: “Estudos anteriores demonstraram que o consumo de vinho tem uma associação com o menor risco de contração de doença cardiovascular na população em geral”. Portanto, este estudo conclui que o consumo moderado e regular de vinho, menos de uma taça por dia, reduz os riscos de se contrair DRC, assim como já haviam sido comprovado que reduz o risco de se contrair doenças cardiovasculares.

Os pesquisadores não foram capazes de diferenciar o tipo de vinho foi consumido, mas Mehta observou que pesquisas têm mostrado que mais pessoas bebem vinho tinto do que branco.

Os pesquisadores não conseguiram identificar o tipo de vinho mais benéfico no estudo (Foto: newswire.ca)

O Dr. Beth Piraino, presidente do National Kidney Foundation (Fundação Nacional do Rim), declarou que os resultados deste estudo irão promover um aumento nas pesquisas relacionadas a doenças renais e o consumo de álcool.

Muito em breve deveremos ter mais novidades sobre o assunto. Vamos esperar ansiosos.

Fonte: SobreVinho.net