10 motivos para beber vinho brasileiro

10 motivos para beber vinho brasileiro
30 de novembro de 2015

Se você ainda duvida, te damos pelo menos 10 motivos pelos quais você deveria estar bebendo um vinho brasileiro agora!

Ufanismos à parte, nós, do Sonoma, amamos os vinhos brasileiros. Por quê? Pelo simples fato de serem bons (e ai de quem disser o contrário!). Mas, se você ainda duvida, te damos pelo menos 10 motivos pelos quais você deveria estar bebendo um agora!

1. Vinho tinto brasileiro é mais saudável

Muita gente já sabe que o resveratrol é um polifenol responsável pelo benefício dos vinhos. Seja como um potente antioxidante e antiinflamatório, ou proteger os neurônios e inibir o desenvolvimento de tumores, a substância traz ao vinho um prazer a mais: ser saudável.

Mas por que o vinho brasileiro é mais saudável?

Porque é comprovado que o produzido na Serra Gaúcha é o segundo no mundo com a maior quantidade de resveratrol e, sendo a Merlot uma casta de grande feição pelo sul do país, os vinhos produzidos com ela são os que apresentam maior teor da substância, seguidos pela Tannat e Cabernet Sauvignon.

Se quiser ir mais a fundo sobre as propriedades saudáveis do vinho, recomendamos: Vinho brasileiro é bom e faz bem para a saúde.

2. Vinho brasileiro parece do Velho Mundo

Se fosse preciso definir o vinho brasileiro em poucas palavras, é certo que “diverso” estaria entre as finalistas. De modo geral, podemos dizer que a maioria deles se aproxima mais do Velho Mundo do que do Novo (mesmo sendo do Novo Mundo).

Antes que nos pergunte o porquê, explicamos: pela rusticidade, que vem de notas terrosas e animais, além do café que sempre se faz presente, seja ele no aroma, ou à boca, afinal, quer coisa mais brasileira que café?!

Não é raro compararem os vinhos brasileiros com os da Itália. Talvez a influência da imigração tenha sido maior do que imaginamos, né? E quanto mais para o sul, mais parecidos eles são (não só porque é onde tem mais italianos, mas também pelo clima mais frio, que as uvas tanto gostam).

3. Nossos espumantes estão entre os melhores do mundo

Com a contribuição do clima e do terroir, nossos espumantes ficam cada vez mais reconhecidos e bem aceitos no mercado. O blogueiro e escritor Didú Russo, afirma com propriedade: “O segredo é que o nosso espumante tem qualidade e preço baixo, e o consumidor percebe isso. A outra razão é que o exemplo da comparação de qualidade e preço, dos espumantes nacionais em comparação com importados, não tem o mesmo paralelo com os vinhos finos tranquilos, que são caros (os brasileiros finos comuns) quando comparados no mesmo nível de qualidade com os importados.”

A categoria de espumantes é a que mais cresce há anos, bem acima dos demais vinhos nacionais. Aliás, não é todo espumante que recebe elogios sobre qualidade e potencial dos enólogos de Champagne… E o nosso, recebe!

4. Vinho brasileiro tem acidez – bom para o calor, bom para harmonizar

Dizem que o Chile tem altitude, a França tem o melhor dos solos, a Espanha tem o sol que faz seus tintos tão amados. E o Brasil? Se tem algo que marca os vinhos brasileiros, é o frescor… A acidez!

Com o clima temperado, a brisa que vem do litoral e o frio que chega (do nada) à noite, as uvas por aqui amadurecem com leveza. Seja nos brancos ou nos tintos, em vez de frutas maduras, temos vinhos refrescantes, de frutas jovens.

E isso é muito bom! A acidez é uma das coisas mais importantes para os vinhos, principalmente na hora de harmonizar. Sabe quando se diz que um vinho é gastronômico? Quer dizer que ele tem acidez, pois ela é (no mínimo) necessária para combinar com a gordura das carnes, com o leve azedinho dos molhos e os melhores dos acompanhamentos.

Mas não é bom só para comer, não. Esse frescor todo combina muito com o Brasil – pense nas praias, varandas e piscinas; pense no calor dos verões (e dos invernos também, por que não). É ou não é disso que a gente precisa?

5. O Brasil tem um bom terroir!

Ao contrário do que muitos afirmam, o Brasil tem, sim, terroir para produzir bons vinhos. E são, inclusive, bem diversificados, gerando vinhos de vários estilos.

E o chão é um dos nossos trunfos. Grande parte da região sul do país, do Paraná ao Rio Grande do Sul, foi recoberta por derrames basálticos muito antigos. Os solos, então, têm base basáltica com variações de composição em cada área, combinadas a camadas argilosas, arenosas ou graníticas.

Em geral, esses solos (pobres em nutrientes) permitem a penetração das raízes para buscar o que precisam nas camadas mais profundas e limitam a produtividade – isso gera menos uvas, mas elas vêm mais concentradas, com mais qualidade.

Dizem que para dar bons vinhos, as vinhas precisam sofrer, já ouviu falar? É justamente desses terrenos, combinados aos diferentes microclimas do Brasil, que as vinhas precisam!

6. Tem vinho brasileiro para todos os gostos

Vinho branco, rosé, tinto, espumante e até icewine. É mole? E não para por aí, tem de todos os estilos. Tem os mais simples para o dia a dia, tem mais requintado, tem os que fazem jus ao Novo Mundo, tem aqueles que preferem as tradições do Velho, tem premiado, tem leve e fresco, tem encorpado, tem de altitude, tem “natureba”, tem de grandes vinícolas, tem de pequenas, tem de micros e até garagens, tem do sul, tem do nordeste…. Ufa, tem de tudo quanto é tipo!

Qual é o seu? Escolha um e certamente encontrará um vinho para você. Isso sem falar que, atualmente, existem mais de mil vinícolas no Brasil. Alguma delas, apostamos, deve fazer um vinho que agrade ao seu paladar.

7. Todas as regiões do Brasil têm vinho (ou quase todas…)

A maioria delas está no sul, mais especificamente no Rio Grande do Sul, mas isso você já sabe. Apesar disso, temos cultivo de variedades européias e produção de vinhos de qualidade em praticamente todas as regiões do país (com exceção do norte).

No sul, todos os estados entram no jogo. O Rio Grande do Sul é aquele que carrega toda a tradição e peso da vitivinicultura nacional, distribuídas entre as principais regiões – Serra e Campanha Gaúcha -, mas também outras menos populares. Santa Catarina desponta como um dos grandes produtores nacionais, com destaque à Serra Catarinense, principal região para os vinhos de altitude no Brasil, e o Paraná, por outro lado, tem produção ainda recente.

Mais acima, o principal estado produtor do sudeste é Minas Gerais, que começou com uma pequena vinícola em Três Corações e assiste o crescimento do número delas por lá. Se Goiás chama a atenção do potencial de seus terras com uma pequena vinícola em meio ao centro-oeste, Pernambuco e Bahia, às margens do São Francisco, parecem ser os contrarregras (representam um desafio por si só pelo fato de ser uma das poucas regiões a produzir muito fora dos paralelos 30-50, os mais indicados para a videira, isso sem falar nos avanços tecnológicos que representou ao setor).

8. Vinho brasileiro é “alternativo”

Enquanto todos os “enochatos” estão lá, falando de vinhos franceses, espanhóis e italianos, você é o ponto fora da curva. Não que você não possa beber esses vinhos, mas não precisa simplesmente desprezar os nacionais só por isso, né?

Pense nos vinhos brasileiros como aqueles que começam devagar, escondidinhos, joias pouco conhecidas. É como aqueles cantores da Inglaterra que quase não tinham dinheiro ao lançar o primeiro CD (pela internet) e logo esgotam os ingressos para os grandes festivais do mundo.

Qual é a vantagem de conhecer desde já? Quando chegar a hora, e os preços aumentarem, e os vinhos ficarem cada vez mais difíceis de encontrar, você já saberá do que gosta e por que gosta. Nossa dica: aproveite!

9. É o vinho do seu país

Não é questão de patriotismo… Mas é inevitável pensar nisso: cada garrafa de vinho brasileiro que você abre é a melhor maneira que pode incentivar a produção nacional.

E quanto mais gene trabalhando nisso, melhor. Sabe por quê? Porque teremos mais gente comprando vinhos nacionais, mais gente investindo, mais gente estudando e melhorando os processos.

Atualmente, o maior desafio dos vinhos brasileiros é o preço – ainda falta diminuir o custo da produção para que sejamos ainda mais competitivos no cenário mundial. A melhor maneira de ajudar? Bebendo mais vinho verde-amarelo!

10. Vinho brasileiro é bom, simples assim

Foi-se o tempo em que vinho brasileiro era feito exclusivamente com uvas americanas, com processos rústicos e, ainda por cima, eram suaves (levavam açúcar e perdiam as características da uva).

Na década de 1990, com a abertura do mercado nacional aos importados, as vinícolas brasileiras, que se encontravam praticamente em estado de estagnação (assim como todos os outros segmentos da nossa economia), tiveram que correr atrás do prejuízo.

Importamos as variedades européias europeias, modernizamos as nossas vinícolas e aprendemos a fazer vinhos finos. Hoje, passadas mais de duas décadas, já temos qualidade para competir com vinhos de todo o mundo.

Vinhos e espumantes Laurentia
26 de novembro de 2015

Conheça todos os vinhos e espumantes da Laurentia – Vinhedos do Brasile se surpreenda!

Acesse nossa loja virtual:
http://loja.laurentia.com.br

 

Originalidade em todos os detalhes
25 de novembro de 2015

Um local que fortalece a originalidade dos pequenos detalhes.
A 4o Km de Porto Alegre você encontra, na Laurentia Vinhedos do Brasil, uma combinação de sossego e qualidade de vida.
Porque em um ambiente de diferentes opções de lazer, o importante é conviver.

 

www.laurentia.com.br/wp-admin

As 10 melhores profissões do mundo do vinho
23 de novembro de 2015

A realidade de quem trabalha com vinho é uma mistura da paixão pela bebida com uma carreira de emoções.

O mundo do vinho oferece uma série de oportunidades para as pessoas de natureza entusiasta e enérgica. Por isso, o site The Drink Business resolveu listar os 10 melhores empregos no mundo do vinho. Confira:

 Sommelier: 

 O sommelier é aquele treinado para ter um alto conhecimento do vinho, é especialista na seleção e no armazenamento da bebida. É um profissional que pode ser qualificado para trabalhar em restaurantes de alto padrão, auxiliando o estabelecimento nas compras, no armazenamento, na organização da adega e em ajudar os clientes a escolher um bom vinho.

 Consultor de companhias aéreas: 

 O papel deste consultor, especificamente, é usar todo o seu conhecimento para selecionar os melhores vinhos a serem incluídos na carta de opções de uma determinada companhia aérea. Ken Chase, por exemplo, tem de escolher os melhores vinhos para inserir na gama de opções dos clientes da empresa American Airlines. Além disso, Chase já selecionou vinhos para serem degustados pelo Papa durante a visita do pontífice ao Canadá.

 Proprietário de uma marca de vinho: 

 Este é o auge de uma carreira no comércio de vinho. Como uma das posições mais lucrativas, os proprietários de marcas de vinho são aqueles que direcionam suas empresas para o caminho certo, o lucro. Pierre Castel é, atualmente, um dos mais ricos proprietários de marcas de vinho do mundo. Castel é dono do Groupe Castel, que possui uma infinidade de marcas de vinho francesas, incluindo Maison Virginie, Famille Castel e Patriarche. Sua fortuna é estipulada em US$ 8 bilhões.

Host de salas de degustação: 

 Esta é a posição responsável por realizar as degustações, comunicar os visitantes e ajudá-los em suas compras. O host de salas de degustação orienta os visitantes quanto à melhor forma de servir e beber os vinhos. Além disso, ele explica os detalhes mais delicados da produção da bebida e, algumas vezes, atua como guia turístico da vinícola. É uma posição conhecida por não ser bem remunerada, mas por outro lado, é uma função característica por demandar grande hospitalidade e um comportamento bem apessoado por parte de seus praticantes.

 Trabalhador vinícola: 

 O trabalhador vinícola é aquele que tem o papel fundamental para uma boa produção de vinho, o herói desconhecido do mundo da enologia, mas que merece total respeito. É responsável por colher as uvas, auxiliar na produção, engarrafamento dos vinhos e pela manutenção das vinhas ao longo do ano. Um trabalho estritamente braçal.

Fonte: WineChef

 

Típica Parrilla Uruguaia
21 de novembro de 2015

Típica Parrilla Uruguaia na Laurentia Vinhedos do Brasil todos os domingos!
Venha viver esta experiência!
Informações e Reservas:
(51) 9802-5395
eventos@laurentia.com.br
- mesa de pães de campo artesanais
- molhos típicos (chimichurri, molho criollo, maionese de pimentões assados)
- linguiças caseiras (qualidade extra, sem gordura)
- peito de frango sem osso
- costela de porco no molho de laranja
- fraldinha
- entrecotte angus
- vazio
- maminha no molho tempranilho
- picanha premium
- costela angus (premium)
- mesa de saladas com nossos produtos hortícolas
- legumes grelhados preparadas pelo Cheff de carnes: pimentão vermelho com queijo e azeitonas, batata ao roquefort, batata doce glaceada, cebola, abobrinha, berinjela.
- sobremesa: panquecas de doce de leite feitas ao vivo.
- harmonização com espumante brut, tempranilho, cabernet sauvignon, espumante brut rose Laurentia.
- inclui degustação de chá com nosso Sommelier de chá exclusivo para Brasil
- inclui tour dirigida com Sommelier/Enólogo pela Vinícola.

2015 está chegando ao fim…
20 de novembro de 2015

2015 está chegando ao fim.
As festas de final de ano logo, logo já estarão aí.
Garanta seu espumante da Laurentia – Vinhedos do Brasil e brinde desde agora.

10 conselhos para virar um expert em harmonização com vinhos
16 de novembro de 2015

Leia dicas de combinações clássicas, o que pode e o que não pode e como começar e terminar uma refeição

Shutterstock/AFP-Relaxnews

Vinhos tintos, brancos, rosés, champagnes, cervejas… As soluções refrescantes para as refeições são muitas. E há ainda mais quando se nota que elas mudam de acordo com o prato que acompanham — aperitivo, almoço com carne, jantar com peixe ou sobremesa à base de chocolate. Veja 10 dicas para não perder mais nenhuma possibilidade de harmonizar bem uma receita e uma bebida.

1 – Vinho branco ou champagne com ostras: a harmonização fundamental

Sem dúvida é uma das harmonizações mais naturais e fáceis para um iniciante. O vinho branco, assim como o espumante, casa bem com as ostras. O Chablis é uma evidência e o Muscadet também. Os vinhos brancos da Borgonha dão resultados deliciosos.

2 – Um vinho natural doce com chocolate

Matéria nobre, que derrete todos os gulosos, o chocolate casa bem com vinhos doces naturais, como o Banulys. Mesmo sendo considerado um ingrediente carismático, o cacau tem dificuldades de se associar ao champagne.

3 – Harmonize um queijo e um vinho branco

Não é fácil! As harmonizações de queijo e vinho são difíceis, principalmente para quem gosta de vinho tinto. É um clichê totalmente obsoleto porque, de maneira geral, são os vinhos brancos que casam melhor com os queijos. A exceção é o Saint-Nectaire.
Também vale testar: o champagne, simpático aos queijos de cabra, ou cerveja com queijo maroilles. Uma regra pode ajudar os iniciantes a encontrar (quase) sempre a boa combinação: juntar um vinho e um queijo de uma mesma região.

4 – Siga seu instinto e seus gostos

Harmonizar um vinho e uma receita é algo que muitos experts fazem todos os dias e os novatos querem imitá-los. Mas, vinho é, antes de tudo, uma questão de gosto. O primeiro princípio é seguir suas afinidades com os diferentes vinhos para conseguir a aliança perfeita.

5 – Evolua aos poucos

É preciso mimar o paladar. Logo, é preciso otimizar seus gostos em matéria de vinho e refeições, mas vá evoluindo aos poucos. O vinho branco é uma bela opção para começar antes de atacar um vinho tinto mais robusto. Este é um princípio básico, pois vinhos brancos são carismáticos. Um vinho tinto suave tem uma afirmação mais difícil. Na hora da sobremesa, um vinho doce saberá finalizar bem a refeição, sem assustar as papilas.

6 – Champagne com sobremesas: uma má ideia

Os franceses costumam finalizar uma refeição com uma sobremesa servida com champagne. O erro é, contudo, fatal para os paladares se o prato principal foi servido com vinho tinto. As bolhinhas do champagne são perfeitas para abrir o apetite. Mas, no fim do jantar, é uma catástrofe, salvo algumas exceções. Uma opção: criar uma refeição que harmonize bem com o champagne do início ao fim.

7 – Servir um grande vinho na refeição pode ser de mau gosto

Os belos vinhos que guardamos para uma ocasião especial não precisam de nenhuma receita para expor seu potencial aromático. Servi-lo no jantar, mesmo que com os cortes mais nobres de carne ou o melhor queijo, pode ofuscá-lo.

8 – Vinho branco ou vinho tinto evoluem ao lado de peixes

Isso é fato em degustações: o vinho branco harmoniza muito bem com peixes. Mas pode acontecer de pessoas não gostarem deste tipo de bebida. Nesse caso, o vinho tinto não é de todo proibido, se seu tanino não for forte. Em caso positivo, ele se confronta com as proteínas do peixe, resultando em um gosto ruim. Vinhos tintos mais antigos, no entanto, têm tempo de tornarem-se mais brandos e caírem bem com um peixe.

9 – Não sirva bebidas ricas em açúcar ou de alto teor alcoólico como aperitivo

Os vinhos ricos em açúcar ou em álcool podem sobrecarregar as papilas gustativas antes mesmo de a refeição começar. Eles saturam imediatamente o paladar, ao contrário do vinho branco no champanhe e outros vinhos gasosos.

10 – Atenção na escolha para acompanhar pratos muito condimentados

Os temperos, quando vêm em grande quantidade no prato, tendem a perfumar muito o paladar, tornando difícil a degustação de um vinho. Ao seu lado de um prato muito temperado, apenas um vinho muito acentuado pode ter expressão na refeição. Um curry, por exemplo, harmoniza muito bem com um Gewürztraminer.

Shutterstock/AFP-Relaxnews

Fonte: Gazeta do Povo

Conheça nossos vinhos!
13 de novembro de 2015

Conheça todos os vinhos e espumantes da Laurentia – Vinhedos do Brasil e se surpreenda!
Acesse nossa loja virtual:
http://loja.laurentia.com.br/

Almoço de domingo na Laurentia!
12 de novembro de 2015

Hoje é quinta-feira, mas nós já estamos pensando no final de semana…
Venha ter um delicioso almoço de domingo nos jardins da Laurentia – Vinhedos do Brasil e aproveite a natureza deste verdadeiro paraíso!

Cerimônia do Chá na Laurentia!
10 de novembro de 2015

Na Laurentia Vinhedos do Brasil você pode desfrutar da nossa Cerimônia do Chá, um serviço especializado que inclui:
>> diferentes tipos de pães caseiros
>> sanduíches de pães caseiros com rúcula e presunto espanhol
>> sanduíches de pão caseiros de sementes com salmão defumado e queijo brie
>> sanduíches de pão caseiros recheados de copa e tomate
>> pães de queijo
>> macarrons
>> biscoitos doces
>> anquecas de doce de leite
>> waffles com diferentes molhos e geléias
>> sobremesa do dia. Exemplos: chesse cake, card de limão, tartalete de maçã, lemon pie, gateau de morango, etc.
>> harmonização em cada passo com 4 tipos de chás de diferentes países (China, Japão, Taiwan, África do Sul, Sri Lanka, Índia)
>> Concluímos com um taça de espumante Excellence Laurentia
>> inclui mini palestra com nosso Sommelier de chá e tour pela Vinícola
Conheça a Laurentia – Vinhedos do Brasil!
Informações e reservas: eventos@laurentia.com.br