Quer aprender a harmonizar carnes e vinhos?

Quer aprender a harmonizar carnes e vinhos?
28 de setembro de 2015

Roasted lamb chops

Aprender a harmonizar comidas e bebidas é um passo importante para quem gosta de oferecer ou participar eventos culinários na sua própria casa ou em outros locais com famílias e amigos. Uma das combinações mais difíceis de serem feitas é em relação ao consumo de vinhos e carnes, já que ambos apresentam sabor marcante e que merecem ser realçados durante uma refeição. Para você aprender melhor os truques de harmonização destes dois produtos, nós preparamos uma lista de dicas para não errar na próxima combinação. Venha conferir!

Carnes vermelhas

Carnes vermelhas sempre combinam com vinho tinto, mas é preciso bastante atenção em relação a esta harmonização, já que em climas mais quentes esta bebida pode atrapalhar a digestão de alimentos pesados. Se forem cortes como a maminha, o ancho e o filet mignon, recomenda-se o acompanhamento de vinhos encorpados como o Merlot, o Malbec e o Carmenère. Se você for degustar um vinho em um churrasco, a melhor opção pode ser um Tannat, que combina bem com o defumado da carne.

Carnes de porco

As carnes de porco tem um teor de gordura mais elevado do que as carnes normais e, por este motivo combinam com vinhos mais jovens e com taninos suaves para facilitar sua digestão. Boas opções são os Cabernets Sauvignons e até vinhos feitos com a uva Riesling. Estes também combinam com outras carnes mais gordurosas, como o cupim e a picanha com capa de gordura.

Carnes de frango

As carnes de frango são muito fáceis de combinar com vinhos, já que seu sabor é bastante suave. Porém se elas são servidas acompanhadas de molho é preciso prestar atenção ao sabor deste ingrediente para harmonizar corretamente o vinho. Molhos leves combinam com um Pinot Noir, enquanto sabores mais fortes podem ir bem com um Barbera italiano. Se o frango for servido grelhado, uma boa alternativa é o espumante brut, que é suave e de fácil digestão.

Carnes de carneiro

A carne de carneiro tem aparecido cada vez mais na mesa do brasileiro, por isto é preciso aprender a harmonizá-la corretamente. Como o sabor da carne é mais forte, ela pode exigir vinhos mais elaborados e com taninos mais fortes, como o Tannat ou a Syrah.

Frutos do mar

Frutos do mar exigem vinhos refrescantes e suaves, já que seus sabores são delicados e sempre vêm acompanhados de outros ingredientes leves. Os vinhos brancos elaborados com a uva Sauvignon Blanc são boas alternativas para acompanhar pratos de camarão, lula e outros ingredientes.

Peixes

Apesar de peixes também pedirem vinhos brancos de sabor suave, eles podem ser mais ácidos e um pouco mais encorpados do que os harmonizados com frutos do mar. A uva Chardonnay é uma ótima alternativa para estes pratos, assim como a Chenin Blanc, que acompanha bem pratos mais delicados.

Carnes exóticas

As carnes exóticas são também chamadas de carnes de caça. Seus tipos mais conhecidos são o javali, o coelho, o pato e o faisão. Como elas têm sabor característico e marcante, merecem ser acompanhadas de vinhos elaborados e de safras mais antigas, que transferem elegância a harmonia. Os vinhos das uvas Pinot Noir e Syrah são os mais recomendados para estas carnes, que têm um aroma elegante e um sabor suave mas característico.

Agora que você aprendeu a harmonizar seus vinhos com os mais diversos tipos de carne, que tal contar para nós qual é a sua combinação favorita?

Fonte: SpiceClub 

Paraíso Gourmet
26 de setembro de 2015

Na Laurentia Vinhedos do Brasil você pode desfrutar de deliciosas panquecas de doce de leite feitas ao vivo, nos jardins da Vinícola.

Uma verdadeira experiência gastronômica!

 

 

Um brinde!
25 de setembro de 2015

A vida merece ser celebrada a cada dia.

Um brinde à sexta-feira, ao final de semana!

 

Paraíso Gourmet na Laurentia Vinhedos do Brasil!
23 de setembro de 2015

Equipe altamente qualificada e competente para servir delícias gastronômicas ao ar livre. Tudo harmonizado com chás e espumantes Laurentia.

Venha viver esta experiência!
Informações e Reservas:
(51) 8655.0180 | (51) 9802.5395
eventos@laurentia.com.br

 

Como servir vinho e dicas de opções para o inverno
21 de setembro de 2015

Tomar vinho em reunião de amigos tornou-se popular no Brasil e com a chegada do frio o consumo da bebida ganha mais destaque. Para não errar na hora de servir, veja dicas e alguns rituais que podem não fazer muito sentido para quem não é especialista como cheirar a bebida.

VINHO QUE COMBINA COM O FRIO

Os tintos são mais indicados porque vão bem com carnes, massas, fondues, sopas, queijos, assados, risotos, pizza, ou seja, os pratos mais consumidos no inverno, além do fato de que, como toda bebida alcoólica, esquentam o corpo e geram uma sensação de satisfação.

TEMPERATURA IDEAL PARA SERVIR
Os vinhos tintos devem ser servidos entre 16° e 18°C, no inverno, o que pode ser considerado temperatura ambiente e dispensa refrigeração. Em dias mais quentes, eles podem ficar cerca de 30 minutos na porta da geladeira antes de ir à mesa. Já o vinho branco, deve ser servido entre 9° e 11°, independentemente da estação do ano.

• QUANDO USAR DECANTER

Vinhos jovens e encorpados, com mais de 5 anos, podem ser servidos no decanter. No primeiro caso, são bebidas que não amadureceram muito e a decantação ajuda a desprender e liberar os aromas primários da fruta. No caso dos outros, o vinho em contato com o ar libera os aromas “presos” e fica mais rico na degustação. Já os vinhos mais velhos, com mais de 10 anos, devem ser servidos na própria garrafa, para não correr o risco de perder as principais características de aroma e sabor quando em contato com o ar.

• EM QUE TAÇA SERVIR?
O importante é degustar o vinho em taças grandes, pois isso ajuda a bebida a apresentar suas melhores características de aroma, além de ser esteticamente mais bonito. Taças pequenas são feias e não apetecem. Já as específicas para cada tipo de vinho, região e tipo de cristal são adequadas apenas para avaliação de especialistas e enófilos exigentes e conhecedores da bebida. Para o dia a dia isso está fora de moda.

• É NECESSÁRIO ANALISAR A ROLHA DA GARRAFA?
Tecnicamente, sim, pois dá para sentir cheiro de mofo ou “velho”, o que mostra que o vinho pode estar estragado, mas se estamos em um restaurante que frequentamos ou em casa, não é necessário.

• CHEIRAR A BEBIDA ANTES DE TOMAR?
A degustação do vinho é dividida em três sensações: visual, aromática e gustativa. Por isso, é essencial sentir o aroma do vinho antes de beber. É a segunda parte da degustação do vinho, traz sensação prazerosa, mesmo que a pessoa não consiga identificar quais são os aromas, vai saber se o vinho lhe agrada.

• COLOCAR O COPO CONTRA A LUZ PARA VER A COR?
Não é essencial, mas faz parte da análise visual, a primeira sensação da degustação. É como ver uma obra de arte, se a cor é bonita e lhe agrada. Tecnicamente, pode-se identificar se o vinho está jovem, velho, encorpado, leve, etc, mas é desnecessário quando estamos entre amigos, num restaurante ou com a família.

• FAZER BOCHECHO COM A BEBIDA ANTES DE ENGOLIR?
Isso só deve ser feito em degustações técnicas e por especialistas. O que devemos fazer é deixar o vinho encher a boca antes de engolir, para sentir a acidez, a doçura, a mineralidade, etc, e é possível fazer isso sem que alguém perceba.

• QUE TIPO DE VINHO SERVIR PARA UM GRUPO DIVERSO,
NO QUAL NEM TODOS APRECIAM A BEBIDA?
Esse é o momento de comprar um vinho com bom preço, entre R$ 15 e R$ 25, um leve, geralmente argentinos da uva Malbec, chilenos da uva Carménère ou Cabernet Sauvignon ou italianos da uva Sangiovese, da Toscana, por exemplo.

• COMO ESCOLHER A BEBIDA PARA COMEÇAR E PARA TERMINAR A NOITE EM UMA FESTA REGADA A VINHOS?
Em primeiro lugar é preciso acompanhar as entradas ou petiscos, começando com espumantes leves ou Prosecco. Depois servir os vinhos tintos mais leves, e, na sequência, os encorpados. Para acompanhar a sobremesa ou finalizar antes do café, um vinho do Porto cai muito bem.

• SERVIR ÁGUA PARA OS CONVIDADOS TOMAREM JUNTO COM O VINHO?
É ideal para “lavar a língua” na troca de um vinho por outro ou para poder sentir o gosto do vinho sem a interferência dos sabores do prato, durante o jantar.

• ALGUNS ESPECIALISTAS REJEITAM A COMBINAÇÃO QUEIJOS E VINHOS.
QUANDO ESSA DUPLA FUNCIONA?

Seguir todas as regras pode interferir no prazer. Pois tomar vinho é um coadjuvante em celebrações, reuniões com amigos. No caso dos queijos, podemos dizer que um gorgonzola é delicioso com um Porto, um brie derretido no forno com geleia de damasco é perfeito tanto com vinho branco como com um tinto de corpo médio, como um Carménère Reserva. O queijo tipo gouda vai bem com vinhos leves, espumantes e brancos. O de cabra temperado combina com vinhos tintos do Alentejo ou espanhóis médios e sempre com brancos e espumantes.

• QUE COMBINAÇÕES NÃO DEVEM SER FEITAS?
Peixe grelhado com um vinho tinto encorpado é um pecado ou vinho leve e jovem com cordeiro também não faz sentido. Mas em outros casos, as regras não são tão rígidas. Por exemplo, tecnicamente fondue harmoniza com vinho branco, mas também é uma delícia com um bom tinto.

• QUE COMIDAS INFORMAIS COMBINAM BEM COM VINHO?
Estrogonofe de frango ou carne é delicioso com vinhos rosé; bruschetta, que é fácil de fazer e todos gostam, harmonizam com brancos e italianos leves (Chianti, Montelpucciano D’abruzzo), fondue vai bem com tintos médios (Carménère ou Cabernet do Chile, Merlot do Brasil ou franceses como Côte Du Rhône). Churrasco combina com vinhos argentinos da uva Malbec, na faixa de R$ 20 a R$ 30. O vinho que acompanha a pizza depende do recheio da massa, mas as receitas clássicas como margherita, frango com catupiry ou similares, vão bem com Shiraz (ou Syrah), vinhos italianos leves ou Cabernet ou Pinotage sul-africanos, encontrados pelo preço médio de R$ 30 a R$40.

• POSSO SERVIR CAFÉ APÓS UM JANTAR REGADO A VINHO?
Depois da sobremesa e de um Porto não tem problema algum. O café é uma bebida gourmet e com tantos tipos de grãos é um bela opção para fechar a noite, além de que o café após um jantar, ajuda na digestão.

• DICAS DE COMPRA

O Brasil é a bola do vez no mundo do consumo e produtores de todos os países estão trazendo seus vinhos para o País. E a produção nacional tem melhorado muito. Entre os brasileiros, há novidades como o Vallontano Merlot Reserva 2007 e o espumante Cave Geise, que custam cerca de R$ 60. Outra novidade são os vinhos dos Estados Unidos, da região de Napa Valley, Califórnia. Um exemplo é a chegada da mais esperada linha de vinhos da vinícola do ator e diretor Francis Ford Coppola que, além do rótulo, são excepcionais e chegam a um preço acessível, a partir de R$ 75 reais. E sempre há os achados entre os vinhos de países produtores como Uruguai, Chile, Argentina e África do Sul, com preços até R$ 40.

• DIFERENÇA ENTRE ENÓFILO, SOMMELIER E ENÓLOGO
O primeiro é amigo do vinho, pode ser qualquer pessoa que gosta de beber vinho, independentemente do nível de conhecimento. Já o enólogo é o produtor do vinho e geralmente é um agrônomo. É ele que define as misturas, a forma de plantio, produção etc. O sommelier é um profissional treinado, responsável pelo serviço do vinho, como harmonização, melhores vinhos para cada momento, safras, responsável pela guarda do vinho nos restaurantes e importadoras, e hoje em dia é quem presta treinamento aos enófilos de plantão.

Fonte: Terra

Serviço de Chá na Laurentia
18 de setembro de 2015

Uma sequência pães caseiros, panquecas doces, pães de queijo e waffles harmonizados com 4 tipos de chás, finalizando com um taça de espumante Excellence Laurentia…

Venha para a Laurentia – Vinhedos do Brasil desfrutar destas maravilhas!

 

Hospede-se na Laurentia!
16 de setembro de 2015

Hospede-se na Laurentia Vinhedos do Brasil e aproveite para descansar, curtir a natureza e ainda saborear deliciosas opções gastronômicas.

Venha para a Laurentia!

Laurentia recebe evento científico.
15 de setembro de 2015

A Laurentia Vinhedos do Brasil recebeu, no dia 12 de setembro, um importante evento científico: a nona edição do THE BEST OF ASCO, coordenado pelo Prof. Gilberto Schwartsmann.

O evento reuniu cerca de 150 especialistas, os quais discutiram o impacto de novas terapêuticas contra o câncer.

 

Foto: Clóvis Souza Prates

Simplicidade é a senha para servir vinho e celebrar
14 de setembro de 2015

Escolher vinho em meio a tantas opções disponíveis exige basicamente uma coisa: ‘honestidade’ com seu bolso e paladar 

Na dúvida entre um rótulo e outro, fique com o que já conhece, mas, eventualmente, arrisque: é assim que se aprende

Na imensidão de rótulos que se alinham à frente do consumidor em supermercados ou lojas especializadas, é natural a dúvida sobre esse ou aquele vinho. O primeiro impulso é adquirir produtos pelo preço, até por que, nesses tempos bicudos, o valor é um diferencial importante para a grande maioria das pessoas.

De maneira geral, o consumidor não distingue um vinho de boa procedência, bem elaborado por produtor respeitado, de um rótulo mais apropriado para fazer sagu. O rótulo também influencia muito na decisão da compra. Uma embalagem mais vistosa costuma ser um chamariz bem eficiente para os desavisados.

Mas, enfim, o que fazer? Seja sempre honesto com seu bolso e convidado. Não invente. Na dúvida, escolha o vinho ao qual está mais acostumado. Um cabernet sauvignon é sempre uma opção inteligente, por se tratar de uma uva fácil, ou seja, de maneira geral proporciona bons vinhos. Entenda que isso é relativo. Se persistir a dúvida, arrisque. Essa é a melhor forma de aprender sobre vinho.

Vinhos chilenos e argentinos dessa casta, de maneira geral, são sempre bem trabalhados. Mas fique atento aos vinhos nacionais. A vinicultura nativa oferece rótulos surpreendentes a preços bastante convidativos, que nada fica a dever a maioria dos vinhos produzidos pelos hermanos. Aceitável que exista controvérsia sobre os vinhos nacionais, descobrir novos aromas e sabores. Descobrir se determinado vinho é bom ou ruim para seu paladar.

Mas é importante lembrar que , desde a década de 1980, a vinicultura nacional recebe forte influência francesa, pelas mãos de enólogos como Michel Rolland, a quem é atribuída a transformação do modo nativo de fazer vinhos. Sem a pretensão de comparar, alguns rótulos nacionais estão no topo da preferência internacional, como demonstram os inúmeros prêmios obtidos em concursos.

Outra coisa importante: se não é iniciado no mundo de Baco, o deus do vinho, não se prenda ao conceito de harmonização, esforçando para valorizar pratos e bebidas. Raras são as pessoas que fazem essa distinção à mesa e são capazes de entender as delicadezas e complexidades dessa associação na medida da sua expectativa. Seja simples.

Capriche no serviço, com boas taças. Aliás, invista neste item. Nada mais desestimulante que tomar vinho em recipientes pouco adequados – ou que desvaloriza a bebida. Para impressionar, use um decanter, mesmo que o vinho não necessite dessa oxigenação (esse procedimento é usado para rótulos mais potentes, que exijam a absorção mais lenta de oxigênio para liberar algumas virtudes ‘presas’). Enfim, o vinho é uma bebida de celebração que apenas não tolera falta de respeito.

Fonte: O diário

Venha para a Laurentia!
12 de setembro de 2015

Unir a família, descansar, apreciar a natureza e saborear uma deliciosa comida. Por mais finais de semanas assim.

Venha para a Laurentia!