Aplicativo detecta tendências de consumo de vinho ao redor do mundo

Aplicativo detecta tendências de consumo de vinho ao redor do mundo
31 de agosto de 2015

Dados do aplicativo Delectable apontam aumento no consumo de champanhe por usuários regulares e especialistas

App permite ao usuário aprender sobre o que está bebendo. Foto: Divulgação

App permite ao usuário aprender sobre o que está bebendo. Foto: Divulgação

O aplicativo Delectable, disponível para iOS e Android, reconhece instantaneamente qualquer tipo de vinho a partir de uma foto. Por meio da plataforma, os usuários podem aprender sobre o que estão bebendo, ler recomendações de especialistas e ter suas garrafas favoritas entregues em casa. Também é possível seguir amigos para ver o que eles estão bebendo e encontrar coleções de vinhos feitas por curadores.

A companhia Delectable tem sede em São Francisco, nos EUA, e começou a lançar este mês estatísticas que mostram como os gostos dos usuários estão mudando, com base em mais de 1 milhão de cadastros de produtos desde o primeiro quadrimestre de 2013. A ideia é recolher dados dos usuários para medir tendências em consumo de vinho ao redor do mundo e documentar estilos de vinho exóticos.
Os dados do Delectable confirmaram tendências curiosas. Uma delas é o crescimento dos chamados “grower champagnes”, bebidas feitas a partir de uvas cultivadas em pequenas casas produtoras. Estes champanhes já eram preferência dos sommeliers e críticos de vinho usuários do Delectable, mas cresceram em popularidade entre os usuários regulares. Até abril de 2013, os “grower Champagnes” representavam 31% de todos os compartilhamentos sobre champanhe. Dois anos depois, a estatística subiu para 40%.

Onde fazer enoturismo no Rio Grande do Sul
31 de agosto de 2015

O enoturismo gaúcho vai muito além do Vale dos Vinhedos. Confira outras opções, como a Campanha e os Altos Montes

Onde fazer enoturismo no Rio Grande do Sul Robespierre Giuliane/Divulgação

Estância Guatambu, em Don Pedrito, é a mais estruturada da Campanha

Ao pensar sobre vinícolas gaúchas, logo vem à mente o Vale dos Vinhedos. O Rio Grande do Sul, porém, tem muitos outros roteiros que merecem ser explorados. Consultamos a enóloga e consultora em marketing e turismo do vinho Maria Amélia Duarte Flores para destacar as melhores opções no Estado. Confira a seguir

Principal destino

VALE DOS VINHEDOS

Spa do Vinho visto da Vinícola Miolo, em Bento Gonçalves
Foto: Tadeu Vilani, Agência RBS

Região entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul, o Vale dos Vinhedos é uma das rotas de enoturismo mais desenvolvidas do mundo. Abriga mais de 30 vinícolas de diferentes portes: desde as familiares até grandes grupos com participação internacional. Além disso, a paisagem é uma atração à parte, com montes cobertos de vegetação e extensas áreas de videiras. Para Maria Amélia Duarte Flores, duas vantagens do Vale são a proximidade das vinícolas e o fato de ter atrativos para todos os bolsos — de gastronomia a hospedagem.

— Há excelentes opções de hospedagem dentro do Vale, como Spa do Vinho, Villa Michelon e pousadas familiares, além da Casa Valduga. Está perto de Garibaldi e da Rota dos Espumantes (pode-se visitar Chandon, Peterlongo, Vinícola Garibaldi), onde também há hotéis de boa relação qualidade/preço, como Casacurta e Mosteiro São José.

Próximo a Bento está Pinto Bandeira, com suas vinícolas de charme e elaboração de espumantes de alto nível, como Cave Geisse e Don Giovanni.

As vinícolas estão abertas o ano inteiro, e é possível realizar passeios guiados aos parreirais, conhecer as etapas de vinificação e participar de cursos de degustação.

Informações: www.valedosvinhedos.com.br

Destinos em ascensão

CAMPANHA GAÚCHA

A paisagem é do pampa — com fazendas, gado e animais silvestres —, mas a Campanha também tem muito vinho. O setor começou a crescer na região na última década, com a intenção de diversificar a produção. Para Maria Amélia, os pontos fortes do local são a rusticidade, a vida no campo e a paz. Mas ela pondera: as distâncias são longas — as cidades com vinícolas abertas à visitação têm, em média, 70 quilômetros de distância uma da outra —, o que não favorece o destino como “sequencial”.

— Vinícola Peruzzo, em Bagé, e Routhier e Darricarrère, em Rosário do Sul, são descobertas. Guatambu, em Dom Pedrito, é a mais estruturada. Em Santana do Livramento, a clássica Almadén e a Cordilheira de Santana são abertas ao público. Em todas, é necessário agendar — diz ela.

Maria Amélia recomenda o restaurante Cumbuca, em Dom Pedrito, e Betemps, em Bagé.

— Há duas pousadas de época que merecem destaque: a Pousada do Sobrado (Bagé), mais rústica, e a Pousada da Maya, luxo puro — completa.

Informações: www.vinicolaperuzzo.com.br, www.vinhedorouthieredarricarrere.blogspot.com.br, www.guatambuvinhos.com.br e www.miolo.com.br/enoturismo/complexo—enoturistico—almaden

GRAMADO, CANELA E FELIZ

Vinícola Jolimont, em Canela
Foto: Cleiton Thiele, divulgação

Além do turismo e da produção de móveis e chocolates, o vinho é o novo atrativo desta região, que é uma das mais turísticas do Brasil. Como a Campanha Gaúcha, está em plena ascensão, comenta Maria Amélia:

— Vale pela ótima estrutura, porém, é preciso agendamento prévio.

Em Alto Feliz, está a Don Guerino, referência em arquitetura, com perfil jovem e grande área de vinhedos próprios cultivados no entorno da propriedade. Tem restaurante, e todo o atendimento é feito pela família.

Em Gramado, fica a Ravanello, que começou a fazer vinhos no final dos anos 2000. São 2,4 hectares de vinhedos em encostas de 800 metros de altitude. Já a Jolimont é o destaque de Canela.

Informações: www.vinicolaravanello.com.br, www.donguerino.com.br e www.vinhosjolimont.com.br

Outros destaques

ALTOS MONTES

Luiz Argenta é um dos destaques da região dos Altos Montes
Foto: Lucianara Masiero, divulgação

A região vitivinícola desenvolvida pela Associação de Produtores dos Vinhos dos Altos Montes, que abrange Flores da Cunha e arredores, é a maior produtora de vinhos do Brasil. Segundo Maria Amélia, é um destino-modelo, com vinícolas belíssimas e boa estrutura gastronômica:

— Destaque para a magnífica Luiz Argenta e a totalmente restaurada Vinícola Salvador, localizada no centro da cidade. Também merecem destaque as belezas naturais dos vales inexplorados, como o Mirador Gelain.

Por desconhecimento do consumidor, acrescenta Maria Amélia, a imagem de Flores da Cunha ainda está muito ligada a vinhos de mesa — o que ficou no passado. Hoje, inúmeros empresários criaram um polo de qualidade e tecnologia com foco enoturístico. A Salvador restaurou uma antiga adega no centro da cidade. Já na Luiz Argenta, a arquitetura moderna, o respeito ao ambiente e a paisagem colocaram a vinícola entre os mais conceituados projetos do mundo.

Informações: www.apromontes.com.br

BARRA DO RIBEIRO

Vinícola Laurentia recebeu casamento de irmã da top Gisele Bündchen
Foto: Vinícola Laurentia, divulgação

O enoturismo da cidade, a 40 quilômetros de Porto Alegre, tem como atrativo unicamente a vinícola butique Laurentia, focada em eventos privados e enogastronomia. Criada em 1996 pelos médicos Gilberto e Leonor Schwartsmann, é inspirada nas vilas da Toscana e tornou-se famosa por receber o casamento da irmã gêmea da modelo Gisele Bündchen, lançando a moda de “casar em vinícola”.

O entorno contrasta planícies de arroz com vinhedos. Está próxima à estrada principal de acesso à Barra do Ribeiro, com área de eventos e hospedagem para pequenos grupos. Além disso, realiza almoços, degustações e eventos privados — tudo com agendamento prévio.

Informações: www.laurentia.com.br

Fonte: ZH

Festival de Peixes e Frutos do Mar na Laurentia Vinhedos do Brasil: nesta sexta-feira, dia 28/08!
25 de agosto de 2015

Informações e Reservas:
(51) 9802-5395 | eventos@laurentia.com.br

 

Brasileiros estão entre os que mais bebem na América Latina
24 de agosto de 2015

Em 2012, houve uma morte a cada 100 segundos em decorrência do álcool – 80 mil mortes poderiam ter sido evitadas naquele ano caso o consumo de álcool não tivesse ocorrido

 De acordo com a medição, baseada em dados compilados entre 2008 e 2010, o país tem a nona maior média de consumo alcóolico, entre 35 países pesquisados no continente. Nos três anos anteriores, os adultos brasileiros consumiam 9,8 litros de álcool puro, terceira maior média do continente.

Segundo a brasileira Maristela Monteiro, assessora principal sobre abuso de substâncias e álcool da OMS, há uma cultura de consumo de álcool instalada na América Latina, criando um importante problema de saúde pública regional.
Na América Latina e no Caribe, as pessoas consomem em média 8,4 litros de álcool puro por ano, 2,2 litros a mais do que a média mundial, diz a OMS.

A consequência é que, em 2012, houve uma morte a cada 100 segundos em decorrência do álcool – 80 mil mortes poderiam ter sido evitadas naquele ano caso o consumo de álcool não tivesse ocorrido. “Em geral, o consumo de álcool e os danos resultantes são relativamente altos nas Américas, em comparação às demais regiões do mundo”, aponta o estudo.

Consumo per capita

O consumo per capita por homens brasileiros é de uma média de 13,6 litros de álcool puro por ano, segundo medição feita pela OMS com adultos entre 2008 e 2010. Apenas cinco países da região superam esse nível de consumo.

Entre as mulheres brasileiras, o consumo per capita é de 4,2 litros de álcool puro por ano.

O relatório da OMS cita outro estudo que identifica o álcool como a maior causa de mortes entre jovens brasileiros entre 15 e 19 anos. E, “ainda que o Brasil tenha repetidamente imposto leis para baixar o limite legal de teor alcóolico no sangue e aumentar as penas para quem bebe e dirige, esses esforços não têm tido efeitos duradouros na segurança viária”, aponta o texto.

Além disso, a organização calcula que o consumo de álcool contribua com mais de 200 doenças ou lesões, como cirrose hepática e alguns tipos de câncer. Também torna as pessoas mais suscetíveis a doenças infecciosas, como HIV e tuberculose, e menos receptivas ao tratamento. A cerveja é apontada como a bebida alcóolica mais popular na região: representa 55% de todo o álcool consumido, seguida por destilados como vodca e uísque (cerca de 30%) e o vinho, com quase 12%. Mas o que explica o alto consumo de bebidas alcóolicas na região?

“Algo está mudando na América Latina”, diz Monteiro à BBC Mundo. “Nunca houve uma forte cultura de consumo na região, mas o desenvolvimento econômico e novos valores importados da globalização estão fazendo com que o consumo excessivo e abrupto seja uma tendência.” Além disso, Monteiro menciona fatores como o crescimento da indústria de bebidas.

“O álcool chega a todas as partes: foram melhoradas as cadeias de distribuição, há mais estabelecimentos e oferta e tampouco é desprezível a pressão que a indústria sabe exercer sobre os governos para que os preços do álcool fiquem baixos e não haja regulações.”

Consumo excessivo

A situação tem piorado, segundo a OMS: em 2005, 18% dos consumidores masculinos relataram ter tido episódios de forte consumo de bebidas alcóolicas (quatro ou cinco bebidas em ao menos uma única ocasião ao longo de 30 dias). Essa porcentagem subiu para quase 30% em 2010.

Fonte: Tribunal da Bahia

Conheça Pablo Caitano, Sommelier em Chás e Vinhos da Laurentia.
20 de agosto de 2015

A Laurentia Vinhedos do Brasil possui uma equipe de gastronomia com competência e profissionalismo internacional, uma interessante mistura de juventude e experiência. Hoje, vamos conhecer um pouco de Pablo Caitano, Sommelier em Chás e Vinhos.

Pablo é uruguaio e possui 29 anos. Iniciou seus estudos profissionais em Gastronomia e, logo após, Garçom profissional (I.M.M.) e Bartender na A.U.D.E.B (Associação Uruguaia de Barman) e I.B.A. (International Bartenders Ascociation).

Formou-se  Sommelier em Vinhos na Faculdade de Química do Uruguai e, no ano seguinte,  se formou como Sommelier em Azeite de Oliva na mesma faculdade. Continuou seus estudos em Vinhos na Escola de Verona – Itália. Finalmente, se formou em Sommelier em Chás na E.A.S. (Escuela Argentina de Sommelier en Te – única instituição no continente com certificado internacional como sommeñlier em chá e mestre em chá).

Pablo trabalhou por 4 anos em Lago de Garda (Itália) no Hotel Rabay. Voltando ao Uruguai, em Punta del Este, trabalhou  nos últimos cinco anos no Hotel Fasano Las Piedras como Sommelier Supervisor, sendo responsável pelos 3 restaurantes do hotel, além de atuar como Maitre de restaurante no prestigioso hotel do grupo Fasano.
Hoje, na Laurentia Vinhedos do Brasil ele atua como Sommelier em Vinhos, Azeite e Chás, sendo Maitre de eventos, turismo e harmonização de cartas de vinho. Pablo é o responsável por formar uma exclusiva Sala de Chá, prestigiando ainda mais a Vinícola.

Festival de Cozinha Italiana na Laurentia Vinhedos do Brasil
18 de agosto de 2015

Informações e Reservas:

(51) 8655-0180 | (51) 9802-5395

eventos@laurentia.com.br

Culinária japonesa e vinho: uma combinação de boas surpresas
17 de agosto de 2015

vinho-sushi

Imaginemos uma situação: você vai a bom restaurante japonês, faz o seu pedido e quando olha para a carta de bebidas para acompanhá-lo você se depara com várias opções de vinhos. E então o espanto inicial: “vinho para acompanhar sushi?”

Tradicionalmente, a culinária japonesa nunca foi associada a harmonizações com vinhos. O saquê é sempre a bebida mais pedida quando o assunto é comida oriental. Quando não apenas um suco ou água. Mas como em diversas gastronomias a combinação entre bebida e comida nunca apresenta uma resposta precisa que estabeleça uma regra definitiva, a relação entre o vinho e a culinária nipônica, se conduzida com um pouquinho de imaginação, pode revelar muitas boas surpresas.

culinaria-japonesa

A diversidade da culinária japonesa e seus temperos podem assustar na hora de harmonizar com vinho.

O tema certamente causa polêmica. É sabido que a diversidade dos temperos e molhos utilizados pelos japoneses pode dificultar na harmonização com o vinho: shoyu, vinagre de arroz, wasabi, gengibre, saquê, missô, etc, são ingredientes que têm de fato sabores característicos que causam medo na hora da combinação. Na maior parte das vezes, a utilização de elementos muito leves como peixes e vegetais, também pode acrescentar uma dúvida a mais no momento de decidir qual vinho tomar.

De modo geral, os vinhos brancos, rosés e espumantes são os mais indicados para acompanhar a comida japonesa, normalmente de preparo detalhista e sabores delicados. A dica principal é: quanto mais leve for a comida, mais leve deve ser o vinho, pois os sabores da comida devem ser acentuados, e não sobrepostos pela bebida; fazer esta adequação é essencial para a harmonização.

vinho-tinto-sushi

Quem disse que vinho tinto e culinária japonesa não combinam? Basta seguir a intensidade da comida.

O vinho tinto também pode ser uma boa pedida, com algumas restrições apenas. Sabemos que a diversidade da comida japonesa é uma de suas características marcantes, e nem sempre o peixe cru será o prato principal. A intensidade do vinho, assim como sua cor e sabor pode ir aumentando de acordo com a intensidade de sabor do prato. Deve-se evitar, contudo, vinhos tintos que passam por barrica de carvalho, pois estes costumam pesar mais que o prato que o acompanha.

Para ajudar você a ter um resultado melhor na harmonização da bebida do deus Baco com a comida da terra do sol nascente, separamos algumas orientações bastante úteis.

Dicas:

– Por ser de sabor marcante, picante, com leve acidez e aroma bastante forte, o gengibre é um ingrediente que dificulta bastante a combinação com vinhos. Se o prato tiver forte presença de gengibre, fuja dos tintos. Experimente um espumante brut, ou vinhos com as variedades brancas Gewürztraminer e Sauvignon Blanc que proporcionam um equilíbrio bom de aroma e sabor.

– Se o prato for preparado ou servido à base de shoyo, que tem forte teor de sal, prefira vinhos com alto nível de acidez, para quebrar o salgado do molho. O wasabi, por sua vez, eleva a sensação alcoólica do vinho, portanto equilibrar com um vinho com baixa graduação de álcool é uma boa dica. Nessa situação, escolha um vinho branco leve, adocicado e com baixo teor de álcool para acompanhar pratos com muito shoyo e o wasabi.

sushi-espumante

Espumantes são ótimos acompanhantes para peixe cru, como sushi e sashimi.

– O sushis e sashimi, preparados com peixes de texturas mais leves, casam perfeitamente com espumantes jovens e sutis. A leveza e delicadeza dos espumantes refrescam e limpam o paladar – uma harmonia de sucesso com pratos à base de peixe cru.

– Os vinhos brancos mais encorpados combinam bem com pratos com mais cremosidades, ou preparados com frutos do mar com gosto mais acentuado como vieira, lula, camarão e lagosta, assim como peixes mais gordurosos.

– Se não quiser deixar os tintos de lado, experimente um Pinot Noir, ou mesmo um bom Rosé, com pratos quentes como Yakisoba e Yakitori.

O importante é não ter preconceito e se divertir experimentando novas combinações e descobrindo novos sabores. Você verá que o vinho tem muito a ver com a comida japonesa, e harmonizá-los pode se tornar uma experiência maravilhosa!

Fonte: ClubeDosVinhos

Conheça Andreina Posse, Chef de Cozinha da Laurentia.
11 de agosto de 2015

A Laurentia Vinhedos do Brasil possui uma equipe de gastronomia com competência e profissionalismo internacional, uma interessante mistura de juventude e experiência.
Hoje, vamos conhecer um pouco de Andreina Posse, Chef de Cozinha da Laurentia.
Andreina é uma jovem uruguaia de 23 anos. Irmã mais nova de uma família tradicionalmente ligada aos negócios de construção civil em Punta del Este, ela lembra que aos 8 anos já sabia que iria cozinhar, e foi quando disse a seus pais que esta seria sua profissão, ao contrário do resto da família.

Hoje, Andreina possui um currículo invejável apesar da sua juventude, pois fez parte da primeira turma de apenas 7 profissionais graduados em Tecnica em Gastronomia, formada  na Universitario Gastronomico UG (Punta del Este – Uruguay).
Também possui formação como:
>> Bartender na A.U.D.E.B (Associação Uruguaia de Barmen) e I.B.A (International Bartenders Ascociation).
>> Sommelier Internacional pela E.A.S (Escuela Argentina de Sommeliers) e CETT (Universidad de Hoteleria y Turismo, Barcelona)

Durante os últimos quatro anos, era chefe de pastelaria no Hotel Serena, Punta del Este.
Hoje, na Laurentia, ela é Chef de Cozinha e assumiu o comando da equipe de trabalho, produção de todos os alimentos servidos aos visitantes e hóspedes e a implementação de uma cozinha orgânica e sustentável.

Saiba quais são os vinhos que combinam com o tempo frio
10 de agosto de 2015

Segundo sommelier, escolha da taça também pode influenciar no sabor e no aroma da bebida

Há quem diga que vinho e inverno combinam tanto quanto queijo e goiabada. Para especialistas, a estação é mesmo propícia para abastecer a adega, encher as taças e satisfazer os amantes da bebida.

12“Os tintos mais encorpados e alcoólicos são os mais indicados para consumo no inverno, porque esquentam o corpo e a alma”, diz Gilmara Vesolli, sommelier da Casa do Vinho, localizada em Belo Horizonte.

Apesar de os tintos serem os mais recomendados, quem aprecia os brancos também tem boas opções de rótulos. “Inverno é época de abrir tintos mais encorpados e brancos mais acarvalhados”, comenta Gerson Lopes, consultor de vinhos do Super Nosso.

Para o Lopes, o mais importante em um vinho é que ele tenha equilíbrio. “É preciso perceber na boca o equilíbrio entre a maciez e a sensação de dureza. A maciez no vinho é dada pelo álcool, pelo açúcar residual e pela glicerina. A sensação de dureza, no caso do branco, se dá pela acidez. Já no caso dos tintos, além da acidez, se dá pela adstringência entre taninos e o frescor”, frisa Lopes. Segundo especialistas, os vinhos tintos devem ser servidos entre 16ºC e 18ºC no inverno, ou seja, dispensam refrigeração, podem estar em temperatura ambiente. Já os vinhos brancos, independentemente da estação, devem ir à mesa com a temperatura entre 9ºC e 11ºC.
Importante.

A escolha da taça também pode influenciar no sabor e no aroma da bebida. “Para o branco é necessário que a taça seja menor, pois esse vinho não pode esquentar”, orienta Lopes. Segundo ele, existe uma taça com padrão ISO, aprovada mundialmente, que é ideal para qualquer vinho, mas, em geral, deve ter um bom corpo, um fechamento superior menor e, de preferência, ser de cristal.

De acordo com ele, há diferença de gosto quando toma-se o mesmo vinho em uma taça de cristal e em uma taça de vidro, por exemplo. Por falar em sabor, a bebida pode ser acompanhada por apetitosos alimentos. As combinações entre os pratos e os vinhos são chamadas de harmonizações. E, acredite, a escolha certa do que comer enquanto está tomando vinho faz total diferença. É preciso que a refeição e a bebida se completem, para que um sabor não sobreponha o outro.

Harmonização

“O principal é escolher os vinhos que tenham estrutura, aromas, álcool e sabores que ‘casem’ com a comida. Por exemplo: vinho tinto mais tânico combina com filé alto malpassado. Os taninos vão casar perfeitamente com a suculência da carne, já que o primeiro seca a boca, e o segundo molha”, diz Gilmara.

A sommelier afirma, ainda, que saber o que não harmoniza também é muito importante. “Camarão e vinho tinto, por exemplo, dá briga na certa”, alerta Gilmara. Para quem quer saber qual vinho comprar para aproveitar a estação, Gilmara e Lopes fazem indicações.

Recomendação

Lopes lista como os melhores: Rios de Chile Edição Limitada Syrah; Tierras Altas Gran Reserva Malbec 2009; Quinta da Fata Reserva 2011; Domaine Durieu Château Du Pape, que permite 13 variedades de uva; e Vinho Italiano Badia di Morrona.

Gilmara indica Ca del Monte Amarone della Valpolicella Riserva 2005 e Bafarela 17 2012 Magnum, por serem alcoólicos e bastante encorpados. Alempue Pro Gran Reserva 2009, por ter um preço mais em conta e também bom corpo, além de harmonizar com comidas mais pesadas, bem de inverno. Bafarela Grande Reserva DOC 2011, por ser um vinho elegante, inesquecível e que também acompanha muito bem comida. No que diz respeito aos brancos, ela indica Rapitalà Gran Cru Chardonnay 2013 e Nino Negri Ca Brione 2011, que são mais encorpados. “Vinhos melhores podem custar mais caro, mas dão muito mais prazer”, finaliza Gilmara.

 Fonte: O tempo

Feliz Dia dos Pais!
7 de agosto de 2015